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ISSN: 0719-8256
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EIXOS DE INSERÇÃO INTERNACIONAL DO BRASIL NO CONTEXTO DA GRANDE CRISE: ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DIPLOMÁTICA

Autor: Emílio Jovando Zeca| Número: Vol.I No. 2 Julio - Diciembre 2017 (Tabla de contenidos) | Páginas: 86-100

Emílio Jovando Zeca | Descargar PDF  |

Resumo
O presente texto discute os eixos de inserção internacional do Brasil, no contexto da grande crise do sistema capitalista global. Partindo de uma abordagem metodológica centrada na leiutura analítica de teóricos que discutem os contornos da grande crise e dos eixos de inserção internacional do Brasil, procura-se apresentar uma espécie de balanço da experiência diplomática brasileira, procurando trazer os principais vetores de orientação da política externa e da diplomacia brasileira. A grande crise desarticulou o sistema capitalista global, criando consequências nefastas na periferia, tendo em conta a relação entre as forças produtivas e o carácter das relações de produção, provocando um conjunto de respostas dos Estados, com vista a fazer face a mesma. O estudo constata que diante da grande crise, a política externa e a diplomacia do Brasil operaram a inserção internacional do país através do eixo vertical de orientação Sul-Norte que foi baseado no unilateralismo e orientado para o primeiro mundo – Ocidente – onde a barganha nacionalista e a Política Externa Independente significaram uma transformação da Política Externa Brasileira virada para os EUA; outra eixo horizontal de orientação Sul-Sul que foi orientado para o hemisfério sul, assente num multilateralismo destacado para América Latina, África e Ásia; e finalmente foi desenvolvido o eixo diagonal de orientação Sul-Leste que foi orientado para o Leste Europeu e China.

Palvras-Chave
Grande Crise Internacional – Eixos de Inserção Internacional – Experiência Diplomática.

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